Estado debate, com Norsk Hydro, oferta de gás, Ferrovia Paraense e refinaria de alumina - PARÁ 2030
25212
post-template-default,single,single-post,postid-25212,single-format-standard,tribe-no-js,ajax_fade,page_not_loaded,,select-theme-ver-3.2.1,menu-animation-underline,wpb-js-composer js-comp-ver-4.12,vc_responsive

Estado debate, com Norsk Hydro, oferta de gás, Ferrovia Paraense e refinaria de alumina

O governo do Estado, através do titular da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedeme), Adnan Demachki, se reuniu nesta terça (6) com o vice-presidente da Hydro Brasil, Sílvio Porto, e com o diretor institucional da empresa, Anderson Baranov: na pauta, investimentos estratégicos para o Estado.

Foram avaliados os avanços no projeto de gás natural em Barcarena, na implantação de um terminal de regaseificação, cujo Protocolo de Intenções entre o governo do Estado e a Hydro foi formalizado em janeiro de 2017.

“A Hydro já firmou memorando de entendimentos com a Shell”, lembrou Baranov, “e após o carnaval haverá nova reunião com a empresa para elaboração dos projetos técnicos, já que o estudo de viabilidade foi concluído”.

O cronograma de conclusão final e funcionamento do projeto de gás foi mantido para 2020.

Ao buscar a Hydro para parceira do projeto em 2017, o titular da Sedeme, Adnan Demachki, argumentou que havia a necessidade de uma empresa âncora que consumisse elevada quantidade de gás natural para viabilizar o empreendimento. E, ao funcionar em 2020, o gás natural também será disponibilizado a outras empresas e ao setor automotivo, como táxis e ônibus, barateando o custo das indústrias e frota pública de veículos.

Sobre a ferrovia Paraense, a Hydro já assinou um protocolo com o Estado garantindo carga de 5 milhões de toneladas de bauxita; e a empresa, agora, passou a estudar a possibilidade de implantar uma nova refinaria de alumina, a Companhia de Alumina do Pará (CAP), anunciada na década passada mas não foi construída

Havendo a decisão de construir a refinaria, a Hydro vai demandar cargas acima das 5 milhões de toneladas já prometidas, o que será suficiente para viabilizar o primeiro trecho da Ferrovia.
Sílvio Porto apresentou os estudos iniciais da Hydro sobre a CAP e deixou claro que uma das premissas básicas pra decisão da empresa, são garantias institucionais que um projeto desta envergadura necessita para sair do papel.

Da parte do governo, o presidente da Companhia de Desenvolvimento (Codec) – Fábio Lúcio Costa, informou que o processo de renovação da ZPE de Barcarena, inicialmente por um período de mais três anos, já está em apreciação no Ministério da Indústria e Comércio. E que haverá uma reunião em Brasília, na primeira semana de março, com a presença do secretário Adnan, para tratar da renovação.

“Tendo a garantia da empresa âncora da ZPE que seria a CAP, acreditamos que não haverá maiores dificuldades”, disse Fábio Lúcio.

O secretário Adnan lembrou que, além da CAP, como empresa âncora, outras naturalmente se juntarão como players de garantia da ZPE, entre eles o próprio consórcio que construirá o terminal de gás.

Ao final, a Hydro se comprometeu a juntar esforços com o governo do Estado para viabilizar a renovação da ZPE, com o levantamento do que já foi investido para a implantação da CAP e o aprofundamento do projeto de implantação da refinaria.

Nova reunião entre o governo do Estado e a Hydro acontecerá já na primeira quinzena de março.

Nenhum Comentário

Publicar um comentário