Governo e Sebrae assinam Convênio de Cooperação para apoio a micro e pequenas empresas - PARÁ 2030
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Governo e Sebrae assinam Convênio de Cooperação para apoio a micro e pequenas empresas

A despeito da crise econômica no país, as micro e pequenas empresas do Pará têm apresentado crescimento. Até julho desse ano, o setor gerou 6.776 empregos, que em comparação com julho de 2016 apresentou um incremento de 2.129% empregos. Os dados são do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Pará (Sebrae-PA), com base em números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, que mostra que o setor gerou mais empregos em 2017 do que ano passado. Para intensificar o nível e crescimento, o Governo do Estado, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) assinou um Convênio de Cooperação Geral e o Sebrae.

A assinatura se deu após mais uma reunião do Comitê Geral do Redesim, na sala de reuniões da Sedeme, que contou com representantes de vários órgãos estaduais. O Redesim é um projeto nacional e no Pará recebeu o nome de Integrador e é administrado por um grupo composto pelas já citadas Sedeme, e Sebrae além da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), Junta Comercial do Estado (Jucepa); Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil; Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sespa); Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas); Secretaria Municipal de Finanças de Belém; Secretaria Municipal de Urbanismo; Secretaria Municipal de Saúde; Secretaria Municipal de Meio Ambiente; Federação dos Municípios do Pará; Corpo de Bombeiros; e Divisão de Polícia Administrativa.

 

O objetivo da assinatura do Convênio de Cooperação é apoiar ações de desenvolvimento como compras governamentais, apoio às inovações, capacitação empresarial, disseminação do estatuto das microempresa e empresas de pequeno porte, entre outras.

 

Superintendente do Sebrae no Pará, Fabrízio Guaglianone afirmou que momentos como o da assinatura do convênio vêm confirmar todo o esforço conjunto em busca de desenvolvimento econômico e social. “Existe mercado para ser seguido. A gente entende que a geração de emprego é um indicador importante para uma retomada de crescimento”.

 

Adnan Demachki foi de opinião semelhante. “Enquanto todos os estados tiveram crescimento negativo, o Pará foi o único que nestes 3 anos não regrediu, manteve crescimento zero, com as contas equilibradas. Mas, a hora é de crescer, a perspectiva de crescimento do Brasil para 2018 é de 3%, e o Pará, para alcançar as metas do Programa Pará 2030, precisa chegar próximo a 6%. O nosso trabalho é nesse sentido”, disse o titular da Sedeme.

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