PARÁ 2030 | Grãos
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Grãos

DESCRIÇÃO

Em 2015, a produção de grãos no Pará movimentou cerca de R$ 1 bilhão. O objetivo do Estado é prover a segurança jurídica dos investidores para incentivar o aumento de produção e a agregação de valor pela verticalização industrial em oportunidades como a produção de farelo, óleo de soja e biocombustíveis.

DESCRIÇÃO

Em 2015, a produção de grãos no Pará movimentou cerca de R$ 1 bilhão. O objetivo do Estado é prover a segurança jurídica dos investidores para incentivar o aumento de produção e a agregação de valor pela verticalização industrial em oportunidades como a produção de farelo, óleo de soja e biocombustíveis.

CONTEXTO

CONTEXTO

Atualmente existem no Pará cerca de 300 mil hectares de soja e 300 mil hectares de milho, e a safra esperada para 2015/16 é de 1 milhão e 600 mil toneladas respectivamente, o que representa menos de 2% da produção nacional.

No Pará a produção de grãos está concentrada na região Nordeste do Estado, principalmente nas regiões do Tocantins e do Rio Capim, e movimentou cerca de R$1 bilhão em 2015.

Ainda não há verticalização de grãos em escala no Pará, mas existem oportunidades selecionadas para a produção de farelo, óleo de soja e biocombustíveis, por exemplo.

Atualmente existem no Pará cerca de 300 mil hectares de soja e 300 mil hectares de milho, e a safra esperada para 2015/16 é de 1 milhão e 600 mil toneladas respectivamente, o que representa menos de 2% da produção nacional.

No Pará a produção de grãos está concentrada na região Nordeste do Estado, principalmente nas regiões do Tocantins e do Rio Capim, e movimentou cerca de R$1 bilhão em 2015.

Ainda não há verticalização de grãos em escala no Pará, mas existem oportunidades selecionadas para a produção de farelo, óleo de soja e biocombustíveis, por exemplo.

O QUE PRECISA PRA DAR CERTO?

O QUE PRECISA PRA DAR CERTO?

Logística exclusiva para o mercado das commodities.

Verticalizar a produção local para aproveitar a proximidade do Estado com os principais portos do mercado internacional.

Logística exclusiva para o mercado das commodities.

Verticalizar a produção local para aproveitar a proximidade do Estado com os principais portos do mercado internacional.

ÁRVORE DE INICIATIVAS

ÁRVORE DE INICIATIVAS

Árvore-de-Iniciativas---Grãos
Árvore-de-Iniciativas---Grãos-

Iniciativas do Pará 2030

Iniciativas do Pará 2030

REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA

Mobilizar recursos, reformular fluxograma de processos e estabelecer sistema de governança eficiente para titular terras de maneira consistente e, consequentemente, destravar investimentos e produção.

REGULARIZAÇÃO E LICENCIAMENTO AMBIENTAL

Redesenhar fluxograma de processos de licenciamento ambiental de modo a aumentar a agilidade e transparência.

ATRAÇÃO DE INDÚSTRIAS PARA VERTICALIZAÇÃO

Atrair indústrias para a verticalização e beneficiamento da cadeia, que aumentem a agregação de valor ao Estado.

PESQUISA E DESENVOLVIMENTO

Desenvolver mecanismos eficientes de fomento às pesquisas em áreas estratégicas.

INSUMOS E EQUIPAMENTOS

Garantir acesso adequado e custos competitivos a insumos e equipamentos essenciais para a produção.

LOGÍSTICA E INFRAESTRUTURA

Garantir acesso às áreas produtoras e melhorar o escoamento da produção.

REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA

Mobilizar recursos, reformular fluxograma de processos e estabelecer sistema de governança eficiente para titular terras de maneira consistente e, consequentemente, destravar investimentos e produção.

REGULARIZAÇÃO E LICENCIAMENTO AMBIENTAL

Redesenhar fluxograma de processos de licenciamento ambiental de modo a aumentar a agilidade e transparência.

ATRAÇÃO DE INDÚSTRIAS PARA VERTICALIZAÇÃO

Atrair indústrias para a verticalização e beneficiamento da cadeia, que aumentem a agregação de valor ao Estado.

PESQUISA E DESENVOLVIMENTO

Desenvolver mecanismos eficientes de fomento às pesquisas em áreas estratégicas.

INSUMOS E EQUIPAMENTOS

Garantir acesso adequado e custos competitivos a insumos e equipamentos essenciais para a produção.

LOGÍSTICA E INFRAESTRUTURA

Garantir acesso às áreas produtoras e melhorar o escoamento da produção.

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“Não consigo ver a não participação da Coréia em um projeto como esse, com essa magnitude e essa importância”, disse o embaixador ao secretário de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia do Pará, Adnan Demachki. Adnan e Jeang-gwan Lee se encontraram na Embaixada da Coréia do Sul em Brasília. 

FOTO: AERTON JUNIOR / DIVULGAÇÃO
DATA: 08.08.2017
BRASÍLIA - DF

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