Investidores buscam o Pará para articular novos projetos na indústria de verticalização do açaí - PARÁ 2030
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Investidores buscam o Pará para articular novos projetos na indústria de verticalização do açaí

As extraordinárias possibilidades econômicas do açaí, no mercado planetário, e as ótimas condições de negócios geradas no Pará com a Política Industrial do Açaí atraem mais uma empresa: a paraibana Ethic, que já produz vários mixes a partir da polpa do açaí paraense, se reuniu na manhã desta sexta-feira com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedeme) para tratar da implantação de uma indústria de açaí no Pará.

Dois diretores da Ethic, Paulo da Luz e Leslie Garaudel, se reuniram com o titular da Sedeme, Adnan Demachki, e ainda os diretores do Programa Pará 2030, Alex Moreira, e de Incentivos Fiscais, Marília Amorim, para tratar das condições de implantação da indústria; fornecimento de matéria-prima; possibilidade de adquirir, também, uma fábrica de polpa para já garantir a matéria-prima a ser industrializada; e ainda a prospecção de área para abrigar a planta.

O secretário Adnan Demachki aconselhou à empresa buscar uma área na região produtora de açaí (Nordeste Paraense, envolvendo os municípios de Igarapé-Miri, Abaetetuba, Barcarena e Mocajuba) e, durante a reunião, já articulou com a Companhia Estadual de Desenvolvimento (Codec) para apresentar, na tarde da própria sexta-feira, os Distritos Industriais do Estado, com vistas à melhor área e localização, de acordo com as metas da empresa.

Adnan Demachki também informou aos empresários sobre o trabalho realizado no Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, que o Governo do Estado construiu na Universidade Federal do Pará. “O açaí, como o vinho, tem peculiaridades, sutilezas, que naturalmente começam na melhor semente e melhor época para a colheita”, comentou o secretário. “No PCT Guamá há um Laboratório do Açaí tão bom como o que a França tem para produzir vinho”, brincou Adnan, já que um dos diretores da empresa é Francês. Em seguida, o secretário articulou também uma visita dos empresários ao Parque de Ciência e Tecnologia para conhecerem os laboratórios que pesquisam o Acaí.

O secretário de Desenvolvimento reforçou que o Pará tem a melhor localização estratégica para chegar aos mercados dos EUA e Europa e apresentou um vídeo com as possibilidades de negócios e ambiente institucional favorável gerados pelo Pará 2030, programa de desenvolvimento sustentável que planeja a economia do Estado no médio prazo e impulsiona diretamente 14 cadeias econômicas prioritárias, entre elas a do açaí.

Ao saber das dificuldades da Ethic com embalagens (hoje adquiridas em São Paulo), e que a empresa já cogitara fabricar as próprias embalagens, Adnan Demchki informou que, com a política de verticalização do Pará 2030, inúmeras novas indústrias estão demandando embalagens e uma das metas da Sedeme e da Codec é atrair uma fábrica de embalagens para o Pará. “Caso vocês tenham também interesse, o governo paraense apoiará a iniciativa, criando todas as condições para o investimento ser atrativo.”

A Ethic vai reunir as informações necessárias para completar o projeto da indústria de açaí e então apresentá-lo em breve para o governo do Estado, com o fim de acessar os benefícios oferecidos pela Política do Açaí no Estado e implantar sua indústria no Estado.

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