PARÁ 2030 | Potencial paraense é destaque na Exposibram 2017
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Potencial paraense é destaque na Exposibram 2017

Com média de 200 visitantes por dia, o dobro do esperado, segundo balanço realizado pela Diretoria de Mineração, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), o estande do Governo do Pará foi um dos mais concorridos da Exposibram 2017, encerrada dia 21, deste mês, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

O espaço institucional funcionou como uma grande vitrine das potencialidades do Pará, e chamou a atenção de investidores, empreendedores, representantes de instituições internacionais e até de estudantes curiosos em busca de mais informações sobre a atuação mineral no território paraense, bem como, oportunidades de negócio, e ainda esclarecimentos sobre concessões, licenciamento ambiental e a respeito do projeto da Ferrovia Paraense.

A equipe de técnicos e diretores da Sedeme, da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), representantes do Polo Joalheiro e da cooperativa Mulheres de Barro, realizava os atendimentos e promovia a relação do público com as tecnologias interativas expostas no estande do Executivo estadual, como QR Codes na vitrine de verticalização das cadeias minerais e o jogo interativo Mineramundo, desenvolvidos pela RDCODE com apoio do Grupo Alubar, o que instigou muita gente a jogar, buscando identificar  a presença dos minerais em produtos de uso cotidiano, conforme propunham as ferramentas interativas.

“Eu gostaria de parabenizar o Governo por essa iniciativa fantástica que deve ocorrer em todas as feiras, é uma ótima forma de divulgar o Estado e as suas riquezas, não só minerais, como a cultura do Pará. Eu acho que o Estado deve participar mais desses eventos porque hoje o Pará tem uma representatividade muito grande no setor mineral”, declarou Roberto Santos, proprietário da empresa R4 Soluções, de Minas Gerais, sobre a participação institucional na Exposição.

Nos quatro dias de evento, além de empreendedores de diferentes portes, o estande do Governo do Pará recebeu visitas de representantes de instituições de relacionamento internacional, como a Câmara de Comércio Brasil Canadá e Consulado do Reino Unido, interessados em estreitar relações com o Estado.

“Há um ano começamos a priorizar o setor de mineração no Brasil, para sermos mais assertivos, então ações como essa são de extrema importância. É do nosso desejo estreitar contatos e em breve fazer uma visita para ampliar a pauta também em outros setores, como ciência e inovação. Nós temos que conhecer melhor as potencialidades do Estado do Pará, que também devem ser apresentadas ao Governo Britânico, para buscar caminhos de resultados e projetos práticos que possamos desenvolver juntos”, disse o Cônsul do Reino Unido, Thomas Nemes.

A participação do Governo do Pará se estendeu à composição de dois painéis, com atuação do secretário adjunto da Sedeme, Eduardo Leão, no painel “Como Estado e Iniciativa Privada podem trabalhar juntos”, uma iniciativa da Câmara de Comércio Brasil Canadá (CCBC), que reuniu representantes da Agência de Promoção de Investimento e Comércio Exterior de Minas Gerais (INDI), Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad) e da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), para o compartilhamento de experiências. Entre convidados, representantes de nove empresas canadenses do setor mineral. Inclusive, duas delas estão em negociação para abrir empreendimentos no território paraense.

Eduardo Leão também participou do painel ”Territórios Minerais: Gestão Territorial Integrada – Oportunidades para o Desenvolvimento Local e Regional, ao lado do procurador da República do Ministério Público Federal de Santa Catarina, Darlan Airton Dias, e do coordenador do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Mário Monzoni.  Ele apresentou o modelo da gestão atual do Governo, com foco no planejamento estratégico de médio e longo prazos para desenvolver a economia com agregação de valor dentro do território, e ainda os Programas Pará Sustentável e Pará 2030, destacando as ações voltadas ao fomento da economia local, como o Simples Ambiental e o Pará Profissional.

“Precisamos escutar quem está de fato no território. O povo amazônico precisa ser escutado, e o que precisamos hoje é de desenvolvimento econômico, geração de recursos e empregos. Por essa razão, a iniciativa com a Organização das Nações Unidas (ONU) é um grande projeto, que tem como fundamento formar um fundo gestor territorial com participação não apenas governamental, mas da sociedade civil e entes privados que vivem e atuam no Pará”, declarou Leão referindo-se ao modelo de gestão adotado atualmente com base nos indicadores do Programa ONU Habitat.

A estratégia agora, frisou ele, é estreitar os relacionamentos construídos durante a exposição até a sua próxima edição que acontecerá na capital paraense,  de 29 de outubro a 1º de novembro de 2018, no Hangar- Centro de Convenções da Amazônia, em Belém. Texto e fotos: Ascom/Sedeme.

 

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