Sedeme apoia startups - PARÁ 2030
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Sedeme apoia startups

O titular da Sedeme, Adnan Demachki, e o presidente do Sebrae-PA, Fabrizio Guaglinone: inovação para crescer

“O PIB per capta do Pará hoje equivale a 54% do PIB da média nacional. Isto se deve, naturalmente, a um modelo de desenvolvimento que nao nos trouxe o desenvolvimento esperado. O que fizemos, com o programa Pará 2030, foi começar a mudar, com profundidade, este padrão de desenvolvimento, justamente baseado na inovação, na verticalização e na sustentabilidade.”

Estas palavras, do secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) foram ao encontro dos objetivos dos jovens empreendedores reunidos no evento AmazôniaUP – Empreendedorismo Sustentável, que teve uma nova etapa na manhã desta quinta-feira (1), no Hotel Radisson, com apoio da Sedeme via programa Pará 2030.

O AmazôniaUp, realizado pelo Centro de Empreendedorismo da Amazônia, inscreveu, por edital dirigido a estudantes universitários, cerca de 70 projetos para apoiar com oficinas, palestras e cursos. Destes foram escolhidos dez para receber o apoio. A etapa que aconteceu nesta quinta-feira, chamada de DemoDay, foi dividida em quatro partes: “Empreender na Amazônia”; “Empreendedorismo Rural”; “Boom da Gastronomia da Amazônia”; e “Oportunidades da Floresta”.

Entre os dez projetos selecionados na primeira etapa, oito se referem à gastronomia, sempre com a proposta de inovar (desenvolver novos produtos a partir de ingredientes tradicionais, como o jambu e a pupunha).

O titular da Sedeme, Adnan Demachki, afirmou que, justamente pelo enorme potencial econômico da gastronomia, entre as 14 cadeias produtivas impulsionadas no âmbito do Pará 2030, várias se referem à produção de alimentos: gastronomia, agricultura familiar, produção de grãos, cacau, óleo de palma e produção e verticalização do açaí.

“Destas, eu gostaria de ressaltar, aqui, os resultados especialmente expressivos em relação ao açaí e ao cacau”, disse o secretário. “Semana passada, começou a operação da Ocra Cacau, que vai produzir aqui os ingredientes básicos para industrializar o chocolate, entre outros derivados; já a cadeia do açaí incentiva nove empresas que estão verticalizando a produção com vistas à exportação, para outros Estados e para o exterior.”

Adnan Demachki também destacou a estrutura de ciência e tecnologia construída pelo governo paraense para justamente impulsionar o elemento inovador da economia. “Há o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, com vários laboratórios e semana que vem vamos inaugurar uma área de 5 mil metros quadrados que vai abrigar uma incubadora de empresas e startups.”

O secretário disse que o governo do Estado atua de forma intensa para criar um ambiente de negócios propício, com segurança institucional e ações diretas não apenas para garantir excelência na produção, mas também a abertura de novos mercados.

“O Pará 2030 é um programa que planeja o desenvolvimento da economia no médio prazo. Este planejamento é essencial para identificar e eliminar gargalos, tanto para grandes empresas, como também para pequenas e micro. Contem com o governo do Estado para crescer”, concluiu Adnan Demachki.

Ao final do evento, foram anunciados os quatro projetos finalistas do AmazôniaUP: “Anamara” (que desenvolveu uma pasta de pupunha que pode ser usada em massas, doces e sorvetes); “Bioforte” (desenvolveu um biofertilizante de baixo custo para a agricultura familiar); “Onisafra” (plataforma digital que oferece produtos orgânicos da agricultura familiar, em Manaus); “Farfarm” (oferece fibras naturais, como de juta e abacaxi, para o mercado têxtil).

A próxima fase do projeto, chamada de Sprint, trata da incubação e aceleração direta das empresas responsáveis pelos quatro projetos finalistas.

 

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