Última reunião debate balanço dos Arranjos Produtivos Locais - PARÁ 2030
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Última reunião debate balanço dos Arranjos Produtivos Locais

Décima primeira e última reunião ordinária do ano, do Núcleo de Arranjos Produtivos Locais (APLs), o encontro da manhã desta quarta-feira, 20, na sede da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), em Belém, contou com representantes de vários setores e órgãos ligados aos APLs dentro do território paraense, como a Sectet (Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica), Sedap (Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca), SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), Fapespa (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará), Instituto Federal do Pará (IFPA), Banpará, Banco do Brasil, Universidade Estadual do Pará (Uepa) e Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia).

Coordenador do Núcleo Estadual dos APLs, da Sedeme, Lourival Ribeiro, fez um breve balanço das atividades neste semestre. “O balanço é positivo. O foco é a verticalização, como prevê o Programa Pará 2030. O governo visa à verticalização de diversos segmentos, várias indústrias e a criação de condições para que isso venha a acontecer”, comentou ele.

“Já podemos ver os efeitos positivos da política de apoio aos arranjos produtivos locais paraenses nas gôndolas dos supermercados que mostram uma expressiva quantidade de produtos feitos no Pará, gerando empregos paraenses. Laticínios, queijos, ricota, arroz, maniva, farinha, pescados, carne, etc… já estão abastecendo lares paraenses a preços mais competitivos devido a produção local”, disse o diretor de Desenvolvimento da Indústria, Comércio e Serviços da Sedeme, Sérgio Menezes.

A criação de APLs faz parte da estratégia do Governo do Pará de incentivar à industrialização da produção de matérias- primas naturais do Estado. Segmentos como o do cacau, biocosméticos, mandioca, pesca e aquicultura, entre outros, estão no foco dos Arranjos.

Diretor-superintendente do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, no Pará), Fabrizio Guaglianone, comentou dos esforços que vêm sendo feitos pelo Governo para o fomento da indústria e ainda sobre a contrapartida que isso vem tendo.

“O pequeno e o micro empresário têm procurado a regularização. Eles sabem que só devem procurar seja o governo ou o Sebrae quando já estiverem regularizados ou em busca dela”.

Adnan Demachki salientou a presença de representantes de tantos órgãos na reunião de ontem, o que sinaliza uma união em busca de um objetivo comum, o desenvolvimento. “São projetos distintos, diferentes frentes e um esforço conjunto do governo e de vários órgãos e setores da sociedade”, finalizou o titular da Sedeme. Texto e Fotos: Ascom/Sedeme.

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