Vitrine de negócios e conhecimentos sobre o setor mineral, a Exposibram 2018 será em Belém - PARÁ 2030
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Vitrine de negócios e conhecimentos sobre o setor mineral, a Exposibram 2018 será em Belém

A atividade industrial minerária como oportunidade de melhoria no desenvolvimento sócioeconômico das cidades brasileiras com vocação mineira, as novidades em tecnologia, tendências e o desafio da sustentabilidade socioambiental no setor, estarão reunidos em um só lugar, em Belém, precisamente no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, de 29 a 30 de outubro deste ano. Trata-se da 5ª Edição da Exposibram. O evento foi lançado na sede da Fiepa na noite desta quinta-feira, 22, com a presença de representantes do poder público, indústria e entidades de classe.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Mineral e Energia do Pará, Adnan Demachki, que representou o governador Simão Jatene, a mineração é uma importante fonte de renda, e um suporte financeiro econômico para o Brasil, mas precisa estar no centro dos debates relacionados às opções concretas para o desenvolvimento socioeconômico do Pará, por exemplo.

”A mineração é uma atividade importante para o Estado, mas precisamos que ela seja mais significativa ainda”, assinalou Demachki para um auditório lotado de executivos de mineradoras com atuação no território paraense. (Na foto, o secretário é assistido, de perto, pelo mestre de cerimônias do evento, o estudante paraense Pedro Sousa, 13, que participa dos Programas Vale Música e do The Voice Kids, esse último da Rede Globo).

Ele frisou que países que dispõem de recursos finitos, como os árabes que têm o petróleo, sabendo que o recurso vai se exaurir, trabalharam para que o petróleo gerasse outras atividades econômicas para que suas economias continuassem crescendo sem sofrer com a descontinuidade de atividades quando o petróleo findasse. ”Nós precisamos fazer isso no Pará, também”, disse.

”No ano passado, a mineração no Pará respondeu por US$ 11,2 bilhões no saldo da balança comercial brasileira, mas representa por enquanto 3% dos empregos paraenses e 4% dos impostos que o Estado arrecada. Então, precisamos juntar esforços para que a gente faça com que a mineração seja mais importante do que ela é hoje para o Estado do Pará”, frisou o secretário.

Pela primeira vez, o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) traz a Belém um de seus principais eventos. A Exposibram Amazônia 2018 reunirá a Exposição Internacional de Mineração da Amazônia e o Congresso de Mineração da Amazônia. Um espaço que vai permitir amplo conhecimento sobre a evolução tecnológica e as práticas corporativas sustentáveis do setor minerador no Pará, no Brasil e no mundo afora. (Na foto, o secretário Adnan Demachki e o presidente da Fiepa Pará, José Conrado, ladeados por dirigentes do Ibram).

O presidente da Fiepa, José Conrado, assinalou os desafios de se ampliar a competitividade do segmento e reduzir o impacto ambiental. Ele acredita na força da indústria da mineração e desejou sucesso à versão amazônica da exposição e do congresso. “A Exposibram mostrará a real importância de um setor pujante para o mundo”, afirmou Conrado.

Empreendimentos brasileiros e de diversas nacionalidades, líderes setoriais, especialistas, entre outros atores do segmento, vão tratar de questões como globalização, mão de obra, ciência e tecnologia, mercado, economia emergente, conservação e preservação ambiental. (Nas fotos, profissionais, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia).

Na visão do presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), Fábio Lúcio Costa, a Exposibram 2018 é uma chance inédita de se atrair negócios e novos investimentos para o Estado.

“A mineração representa hoje a grande cadeia produtiva que nós temos, é óbvio que nós precisamos evoluir na sua verticalização. Estamos próximos de nos tornarmos o mair Estado minerador do País, superando Minas Gerais. Há muito trabalho a ser feito para que a gente possa desenvolver nosso Estado com maiores benefícios para nossa população. Na prática, a Codec vai aproveitar essa grande vitrine, para dialogar com investidores e atrair negócio para o nosso Estado sobretudo com foco na verticalização da cadeia”, concluiu Fábio Lúcio. Texto e fotos: Ascom/Sedeme.

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